Histórias de leitores improváveis: séculos XIX e XX
DOI:
https://doi.org/10.18764/2178-2229v32n1e24943Palavras-chave:
história da leitura, cultura escrita, Brasil, século XIX, século XXResumo
O artigo tem como principal objetivo analisar, com base em quatro diferentes casos, como indivíduos e grupos sociais tornaram-se leitores(as), apesar de marcados por pertencimentos que, nos contextos em que viveram - séculos XIX e XX no Brasil -, teriam pouca probabilidade de alcançar essa condição. Operando com a noção de “jogos de escalas”, a análise baseia-se, predominantemente, em pesquisas realizadas anteriormente e em dados secundários. Apoia-se em referenciais da História Cultural e da História da Cultura Escrita. Os casos analisados mostram a relevância de algumas instâncias para que a “improbabilidade” ocorresse, como escola, família, cidade, trabalho, religião e movimentos sociais. Revelam, ainda que, embora tendam a predominar, entre os “leitores improváveis”, usos pragmáticos da leitura, também estão presentes a fruição estética e literária. Evidenciam, por fim, que a mudança na escala de observação na análise realizada permitiu confirmar e, ao mesmo tempo, complexificar o que outros estudos têm constatado.
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