Maria Fiuza da Rocha e a Escola Normal de Ouro Preto (MG): caminhos que se entrelaçam (1872-1915)
DOI:
https://doi.org/10.18764/2178-2229v33n1e27653Palavras-chave:
escola normal, feminização do magistério, trajetórias de vida, Maria Fiuza da RochaResumo
O artigo tem como finalidade apresentar aspectos da trajetória estudantil, pessoal e profissional de Maria José Fiuza da Rocha, bem como a sua relação com a Escola Normal de Ouro Preto, primeira instituição de formação de professores primários criada em Minas Gerais. O recorte temporal compreende a entrada da jovem no curso normal, em 1872, até as últimas informações localizadas sobre ela nas fontes, em 1915. O trabalho possui como referencial teórico autores que discorrem a respeito do processo de feminização do magistério no Brasil e das trajetórias de vida. Metodologicamente, utiliza-se da perspectiva onomástica de Ginzburg e Poni (1991), com base em um conjunto variado de fontes como: registros escolares, documentos da administração pública, almanaques e jornais mineiros. A partir da análise das fontes foi possível observar a intrínseca relação entre Maria Fiuza e a Escola Normal, em que as trajetórias de ambas se entrelaçam, sendo a normalista componente da primeira turma de formandos do sexo feminino da instituição e também uma das primeiras mulheres a fazer parte de seu corpo docente. A trajetória de Maria Fiuza também se caracteriza pela sua participação em irmandades religiosas e a sua atuação no movimento abolicionista ouropretano. Pioneira em vários aspectos, enfrentou desafios ao longo da carreira e resistiu em um contexto histórico no qual a participação feminina fora da esfera doméstica ainda era vista com desconfiança por setores conservadores da sociedade.
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