Feminismo negro: acentuando las interseccionalidades en el currículo escolar
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v17n2.2024.26Palabras clave:
feminismo negro, plan de estudios, interseccionalidadResumen
Este artículo tiene como objetivo presentar una discusión sobre cómo la construcción del sujeto universal, a través de la Memoria Hegemónica, silenció, marginó y ocultó los modos de ser, pensar y producir conocimientos de la exterioridad colonial en el currículo escolar. Por lo tanto, la discusión curricular aquí sostenida se fundamenta en un campo epistemológico de diálogo con las diferencias (Raciales y de Género), contribuyendo a la creación de fisuras en la Memoria Hegemónica, aún presentes en los currículos. Para ello, seguimos el camino de la revisión bibliográfica, vinculada a la investigación cualitativa. Estamos afiliados al feminismo negro y los estudios poscoloniales, ya que estos enfoques nos ayudan a comprender las implicaciones de la racionalidad eurocéntrica en relación con la construcción sociohistórica de la raza, el racismo, el sexismo y el conocimiento científico moderno y sus efectos sobre el plan de estudios, especialmente con respecto a la Memoria y el Cuerpo Femenino Negro. Tales Estudios nos permiten establecer conexiones interseccionales de manera más consistente, ya que emergen de las Memorias Vividas de la propia exterioridad colonial que continúa tensionando y fracturando las metanarrativas epistémicas de la memoria curricular única al mismo tiempo que se dirigen hacia la reconstrucción. de contracurrículos, políticas hegemónicas y Prácticas Docentes Antirracistas, basadas en una educación emancipadora.
Descargas
Citas
ARROYO, Miguel González. Currículo, território em disputa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Práticas de leitura em livro didático. s. l. s. n. 1996.
CARNEIRO, Sueli Aparecida. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher Negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. Revista Racismos Contemporâneos, São Paulo, n. 8. 2005.
COLLINS, Patrícia Hill. The Difference That Power Makes: Intersectionality and Participatory Democracy. Investigaciones Feministas: papeles de estudios de mujeres, feministas y de género, v. 8, n. 1, p. 19-39. 2017.
CRENSHAW, Kimberlé Williams. Mapping the Margins: Intersectionality, Identity Politics, and Violence Against Women of Color. Stanford Law Review. v. 43, n. 6, p. 1241-99, 1991.
EVARISTO, Conceição. Literatura negra: uma voz quilombola na literatura brasileira. 2021. Disponível em: http://www.sec.rj.gov.br/atabaquevirtual/literatura.html. Acesso em: 20 mar. 2021.
FERNANDES, Bernardo Mançano. Por uma Educação Básica do Campo. In: ARROYO, Miguel Gonzalez; FERNANDES, Bernardo Mançano (Org.). Por uma educação do Campo. Brasília, DF: Articulação Nacional por Uma Educação Básica do Campo, 1999.
FREIRE, Paulo. A Educação na cidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2006.
GONZÁLEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, p. 223-244, 1984.
LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Teorias de currículo. Rio de Janeiro: Cortez, 2011.
MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2006.
OLIVEIRA, Sara. Texto Visual, Estereótipos de Gênero e o Livro Didático de Língua Estrangeira. Trabalho Linguista Aplicada. Campinas, vol. 47, n. 1, Jan./Jun, 2008, p. 91-117.
QUENTAL, Pedro de Araújo. A Latinidade do conceito de América Latina. GEOgraphia. Rio de Janeiro, v. 13, n. 17, p. 46-75, 2012.
RIBEIRO, Matilde. Las Mujeres Negras en la lucha por sus derechos. Revista Nueva Sociedad, Buenos Aires, n. 218, p. 131-147, noviembre-diciembre 2008.
RIBEIRO, Matilde. Mulheres Negras Brasileiras: de Bertioga a Beijing. Revista de Estudos Feministas. Florianópolis, v. 3, n. 2, p. 447-457, 1995.
SANTOMÉ, Jurjo Torres. Currículo escolar e justiça social: o cavalo de Troia da educação. Porto Alegre: Penso, 2013.
SARTORE, Anna Rita; SANTOS, Aline Renata dos; SILVA, Camila Ferreira. Tecendo fios entre o Feminismo Latino-Americano Descolonial e os Estudos Pós-Coloniais Latino-Americanos. Revista Interritórios, v.1, N.1, p. 86-98, 2015.
SCHUMAHER, Schuma; BRASIL, Érico Vital. Mulheres Negras no Brasil. Brasil: Senac, 2013.
SEGATO, Rita Laura; ALVAREZ, Paulina. Frente al espejo de la reina mala. Docencia, amistad y autorización como brechas decoloniais en la universidad. Brasília: Universidade de Brasília, 2016, p. 201-215.
SILVA, Tomaz Tadeu. Teorias do Currículo: uma introdução crítica. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.
WERNECK, Jurema; IRACI, Nilza; CRUZ, Simone. Mulheres negras na primeira pessoa. Brasil: Redes, 2012.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Revista Educação e Emancipação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Declaração de Responsabilidade e Transferência de Direitos Autorais
Como condição para a submissão, os autores devem declarar a autoria do trabalho e concordar com o Termo de Transferência de Direitos Autorais, marcando a caixa de seleção após a leitura das cláusulas):
- Certifico que participei da elaboração deste trabalho;
- Não omitir qualquer ligação ou acordo de financiamento entre os autores e instituições ou empresas que possam ter interesses na publicação desse trabalho;
- Certifico que o texto é original isento de compilação, em parte ou na íntegra, de minha autoria ou de outro (os) autor (es);
- Certifico que o texto não foi enviado a outra revista (impressa ou eletrônica) e não o será enquanto estiver sendo analisado e com a possibilidade de sua publicação pela Revista Educação e Emancipação;
- Transfiro os direitos autorais do trabalho submetido à Revista Educação e Emancipação, comprometendo-me a não reproduzir o texto, total ou parcialmente, em qualquer meio de divulgação, impresso ou eletrônico, sem que a prévia autorização seja solicitada por escrito à Revista Educação e Emancipação e esta a conceda.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.










