Revelar lo invisible: experiencias de discriminación racial entre estudiantes universitarios
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v17n2.2024.28Palabras clave:
discriminación racial, enseñanza superior, estudianteResumen
La discriminación racial puede definirse como cualquier distinción, restricción, preferencia o exclusión basada en la raza, el color, la ascendencia o el origen nacional o étnico. El estudio pretendía caracterizar las experiencias de discriminación racial sufridas por estudiantes universitarios. La muestra estaba formada por 751 estudiantes universitarios de cinco instituciones de enseñanza superior públicas y privadas del estado de Ceará. Los datos se recogieron entre junio y diciembre de 2023 de forma presencial y en línea. El instrumento utilizado fue la escala de Experiencia de Discriminación Racial. La mayoría de los participantes eran mujeres (52,5%) y se autodeclaraban morenas (58,5%). Los hombres revelaron haber sufrido más discriminación que las mujeres (32,3%) y también mostraron más preocupación por los aspectos discriminatorios (40,9%). En cuanto a su respuesta al trato injusto, el 75,9% de las mujeres intentan hacer algo al respecto. Estos resultados ponen de manifiesto la importancia de abordar el racismo y sus consecuencias en la vida de los estudiantes universitarios, así como la necesidad de políticas y prácticas que promuevan la equidad y la justicia social en las universidades y en la sociedad en general.
Descargas
Citas
ALMEIDA, S. Racismo estrutural. [S. l.]: Editorial LTDA, 2019.
BATISTA, W. M. A inferiorização dos negros a partir do racismo estrutural. Revista Direito e Práxis, Rio de Janeiro, v. 9, n. 4, p. 2581-2589, 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Ofício Circular no 2/2021/CONEP/SECNS/MS. Orientações para procedimentos em pesquisas com qualquer etapa em ambiente virtual. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/images/Oficio_Circular_2_24fev2021.pdf. Acesso em: 10 fev. 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 37-39, 12 dez. 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf. Acesso em: 10 fev. 2024.
DAMASCENO, M. G.; ZANELLO, V. M. L. Saúde mental e racismo contra negros: produção bibliográfica brasileira dos últimos quinze anos. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasíla, v. 38, n. 3, p. 450-464, 2018.
DANTAS, M. N. P. et al. Prevalência e fatores associados à discriminação racial percebida nos serviços de saúde do Brasil. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, Fortaleza, v. 32, p. 1-11, 2019.
FANON, F. Defesa da Revolução Africana. São Paulo: Ciências Revolucionárias, 2019.
FATTORE, G. L. et al. Personal-Level and Group-Level Discrimination and Mental Health: the Role of Skin Color. Journal of Racial and Ethnic Health Disparities, Cham, v. 5, n. 5, p. 1033-1041, 2018.
FATTORE, G. L. et al. Validade de constructo da escala Experiences of Discrimination em uma população brasileira. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 32, n. 4, 2016.
FÓRUM NACIONAL DE PRÓ-REITORES DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS E ESTUDANTIS (FONAPRACE). V Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico e Cultural dos(as) Graduandos(as) da IFESANDIFES. Brasília: ANDIFES, 2019.
GOMES, G. T. “Nosso lema é fazer rima, ouve a batida, escuta nossa voz que vemromper o silêncio causado pelo racismo atroz”: a lei 10.639/03 e as reflexões de estudantes pormeio da música. Educação em Foco, Belo Horizonte, v. 43, p. 128–152, 2021.
GUIMARÃES, M. R. et al. Estilo de vida e fatores associados entre estudantes universitários. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 11, p. 3228-3235, 2017.
KRIEGER, N. Embodying inequality: A review of concepts, measures, and methods for studying health consequences of discrimination. International Journal of Health Services, Westport, v. 29, n. 2, p. 295-352, 1999.
MONTEIRO, S.; CECCHETTO, F. Cor, gênero e classe: Dinâmicas da discriminação entre jovens de grupos populares cariocas. Cadernos Pagu, Campinas, n. 32, p. 301-329, 2009.
MOORE, D. S. Introduction to the Practice of Statistics. [S. l.]: WH Freeman and company, 2009.
OLIVEIRA, E. N. et al. “A cor da minha pele me define”: Experiências de Discriminação Racial sofridas por negros. Gestão e Desenvolvimento, [S. l.], v. 30, p. 505-523, 2022.
OLIVEIRA, E. N. et al. Discriminação racial de jovens negros no Brasil: revisão integrativa. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 14, p. e214101422013, 2021.
PALUCK, E. L. et al. Prejudice Reduction: Progress and Challenges. Annual Review of Psychology, [S. l.], v. 72, p. 533-560, 2021.
SENKEVICS, A. S. Contra o silêncio racial nos dados universitários: desafios e propostas acerca da Lei de Cotas. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 44, n. e182839, p. 1-23, 2018.
SILVA, N. N. et al. Access of the black population to health services: integrative review. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 73, n. 4, 2020.
STROHMEIER, H.; MUSIZVINGOZA, R.; SAJNANI, N. Racial discrimination within United Nations offices in Geneva: Results from an online survey. PLoS ONE, São Francisco, v. 19, n. 1, p. e0295715, 2024.
TAVARES, S. S.; OLIVEIRA, I. A. Racialidade e encarceramento. Revista Educação e Emancipação, São Luís, v. 16, n. 3, p. 98-125, 2023.
WILLIAMS, D. R. et al. Racial differences in physical and mental health. Journal of Health Psychology, Londres, v. 2, n. 3, p. 335-351, 1997.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Revista Educação e Emancipação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Declaração de Responsabilidade e Transferência de Direitos Autorais
Como condição para a submissão, os autores devem declarar a autoria do trabalho e concordar com o Termo de Transferência de Direitos Autorais, marcando a caixa de seleção após a leitura das cláusulas):
- Certifico que participei da elaboração deste trabalho;
- Não omitir qualquer ligação ou acordo de financiamento entre os autores e instituições ou empresas que possam ter interesses na publicação desse trabalho;
- Certifico que o texto é original isento de compilação, em parte ou na íntegra, de minha autoria ou de outro (os) autor (es);
- Certifico que o texto não foi enviado a outra revista (impressa ou eletrônica) e não o será enquanto estiver sendo analisado e com a possibilidade de sua publicação pela Revista Educação e Emancipação;
- Transfiro os direitos autorais do trabalho submetido à Revista Educação e Emancipação, comprometendo-me a não reproduzir o texto, total ou parcialmente, em qualquer meio de divulgação, impresso ou eletrônico, sem que a prévia autorização seja solicitada por escrito à Revista Educação e Emancipação e esta a conceda.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.










