Symbolic violence: the school facing gender boundaries and violence against women from the perspectives of empiricism, rationalism, and criticism
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v19e28244Keywords:
epistemology, gender, schoolAbstract
This bibliographical study investigates how empiricism, rationalism, and criticist philosophy contribute to the analysis of symbolic gender violence in the school environment. The objective was to discuss, from an epistemological perspective, how these philosophical traditions ground different methods of investigation and make it possible to understand practices and discourses present in schools. Empiricism allows the identification, through observation, of everyday situations that reinforce inequalities between boys and girls. Cartesian rationalism, by valuing reason, highlights the logic that sustains social and cultural norms that naturalize discriminatory behaviors. Criticism, in turn, emphasizes the interaction between subject and reality, pointing out the school as both a place of reproduction and transformation of social values. The discussion reveals that symbolic gender violence is structural and demands from educational institutions a critical stance aimed at questioning stereotypes and promoting equality.
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