Construir un Currículo Escolar que Reconozca la Diversidad
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v18e26796%20Palabras clave:
Género, Sexualidad, CurrículoResumen
El objetivo de este artículo es comprender las implicaciones del currículo tradicional para la formación de las identidades de los sujetos LGBTQIAPN+ en los procesos de escolarización. Presenta un análisis basado en un debate intercultural como posibilidad de organización del currículo. Problematiza aspectos del currículo y cómo éste puede promover la educación para la ciudadanía, fomentando el respeto a los derechos humanos y a la diversidad, y la participación activa en la construcción de una sociedad más justa e inclusiva. Se trata de un estudio cualitativo con análisis bibliográfico y documental, con aportes teóricos de Bento (2011), Candau (2000, 2011, 2014), Giroux (1986, 2005), Junqueira (2009, 2011, 2013, 2019), Louro (1997, 2000, 2001, 2018), Miskolci (2005), Sacristán (2000) y Silva (2010, 2011). Se entiende que la escuela es reflejo de una sociedad históricamente constituida en una cultura cisheterosexual, blanca, cristiana y burguesa. Se concluye que el currículo tradicional invisibiliza las identidades sexuales y de género distintas a las cisheteronormativas, ya que la escuela sigue rodeada de normas que dificultan el reconocimiento, afirmación y aceptación de las identidades diversas y, por lo tanto, en este espacio se (re)producen procesos excluyentes, lo que demanda acciones urgentes para enfrentarlos en la búsqueda del reconocimiento de las diferencias.
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