Pedagogías ancestrales para el Buen Vivir: un tejido transcultural sociopoético
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v18e26316Palabras clave:
Pedagogías Ancestrales, Buen Vivir, sociopoéticaResumen
La humanidad, inmersa en un profundo malestar educativo, presencia la destrucción de los equilibrios necesarios para la vida en la Tierra. Especies desaparecen, recursos se agotan, pueblos son explotados, todo ello alimentado por una educación que val’ora la competencia, el individualismo y la miopía. La escuela, cómplice de esta tragedia, necesita revisar sus principios. Pero existen remedios. Los pueblos ancestrales, con la Tierra en el centro de sus cosmologías, enseñan el Buen Vivir, la vida en plenitud, donde educar a la juventud es rescatar la armonía perdida. Es necesario comprender que reexistir es más que resistir; es afirmar la vida. En este artículo, reflexionamos sobre lo que buscamos aprender del Guarani y del chamanismo. Entendemos que las pedagogías ancestrales, como la sociopoética, emergen como prácticas educativas que, en lugar de estandarizar, celebran la singularidad y el arraigo en las tradiciones ancestrales. Este artículo entrelaza voces, trayectorias y aprendizajes, proponiendo una educación que, en lugar de disciplinar, invita a la Vida en Plenitud, donde cuerpo, mente y espíritu danzan en la red del Buen Vivir, escapando de las ataduras coloniales.
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